O Deputado Jerônimo Reis do DEM/SE foi pego pela turma do CQC, programa humorístico da rede Bandeirantes de Televisão, ontem à noite (segunda dia 29/06/2009), foi ao ar. A matéria o reporte do CQC, fazia várias perguntas entre elas o que significava a Lei Maria da Penha, essa pergunta foi dirigida ao Deputado Lagartense Jerônimo Reis, que enrolou e não respondeu os humoristas até uma sátira tirarão de Jerônimo, colocando que ele estava suando frio sem responder. Será que Jerônimo não sabia mesmo ou ficou encabulado com a mídia nacional? A lei Maria da Penha visa garantir, que a mulher não sofra violência Domestica.
Fonte: Blog de Itamar Santana
quarta-feira, 1 de julho de 2009
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Eleição Conselho Tutelar
Depois das provas que ocorreram dia 9 de Abril e ter logrado êxito obtendo 7,5 na prova de conhecimentos do Estatuto da Criança e Adolescentes venho pedir aos meus amigos que no dia 18 de maio (segunda) votem em mim para CONSELHO TUTELAR de Lagarto com o Numero 32 para que minha juventude trabalhe para sua família. E muito obrigado pelos apoios já obtidos...
PEC dos vereadores: aprovação pode gerar problemas
Fonte: Diário do Nordeste (Ceará)
Uma verdadeira avalanche de ações judiciais poderá ser interposta se o Congresso Nacional aprovar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que aumenta o número de vagas para vereador, com efeito retroativo para as eleições de 2008. No entanto, do ponto de vista prático, a aprovação do aumento do número de vereadores, que beneficiaria os suplentes da eleição de 2008, pode gerar um problema.
Nem mesmo as entidades de vereadores estão reivindicando o efeito retroativo. O que elas querem é a definição do número de vagas a serem preenchidas, por lei, para que a partir de então, a cada pleito possa ser feita a atualização necessária.
O aumento de vagas a partir das eleições de 2008 apresentará uma série de problemas políticos por implicar não apenas no ingresso dos primeiros suplentes, mas também na substituição de alguns vereadores eleitos, diplomados e no exercício da função desde o início deste ano.
Isso ocorrerá porque, com o aumento de vagas a partir das eleições do ano passado, terá que ser refeito o quociente eleitoral em cada município. A conseqüência natural é a redução do número de votos para o quociente ser atingido. Então, é grande a possibilidade de, em vários municípios, partidos pequenos passarem a ter representação na Câmara e os partidos considerados grandes perderem algumas vagas.
Confirmação
Tudo isso provocaria um grande número de ações judiciais. Serve como amostra o que ocorreu ano passado em alguns municípios onde a própria Câmara resolveu ampliar número de vagas de vereador. Os promotores de justiça, por meio de ação civil pública, conseguiram barrar o aumento.
Recursos e até mandado de segurança foram interpostos contra o juiz eleitoral que decidiu contra a ampliação das vagas. O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) esta semana, julgou um recurso de Maracanaú e um mandado de segurança de Mucambo, tratando dessa questão. Nos dois casos, a decisão do TRE confirmou o que haviam decidido os juízes.
Uma verdadeira avalanche de ações judiciais poderá ser interposta se o Congresso Nacional aprovar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que aumenta o número de vagas para vereador, com efeito retroativo para as eleições de 2008. No entanto, do ponto de vista prático, a aprovação do aumento do número de vereadores, que beneficiaria os suplentes da eleição de 2008, pode gerar um problema.
Nem mesmo as entidades de vereadores estão reivindicando o efeito retroativo. O que elas querem é a definição do número de vagas a serem preenchidas, por lei, para que a partir de então, a cada pleito possa ser feita a atualização necessária.
O aumento de vagas a partir das eleições de 2008 apresentará uma série de problemas políticos por implicar não apenas no ingresso dos primeiros suplentes, mas também na substituição de alguns vereadores eleitos, diplomados e no exercício da função desde o início deste ano.
Isso ocorrerá porque, com o aumento de vagas a partir das eleições do ano passado, terá que ser refeito o quociente eleitoral em cada município. A conseqüência natural é a redução do número de votos para o quociente ser atingido. Então, é grande a possibilidade de, em vários municípios, partidos pequenos passarem a ter representação na Câmara e os partidos considerados grandes perderem algumas vagas.
Confirmação
Tudo isso provocaria um grande número de ações judiciais. Serve como amostra o que ocorreu ano passado em alguns municípios onde a própria Câmara resolveu ampliar número de vagas de vereador. Os promotores de justiça, por meio de ação civil pública, conseguiram barrar o aumento.
Recursos e até mandado de segurança foram interpostos contra o juiz eleitoral que decidiu contra a ampliação das vagas. O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) esta semana, julgou um recurso de Maracanaú e um mandado de segurança de Mucambo, tratando dessa questão. Nos dois casos, a decisão do TRE confirmou o que haviam decidido os juízes.
domingo, 29 de março de 2009
Prefeito Eleito, Aliados Insatisfeitos.
O prefeito de Lagarto Valmir Monteiro - PSC, está Deixando muitos aliados que participarão da ultima eleição de prefeito de fora da sua gestão, comentasse que de 50 candidatos a vereadores que teve sua coligação ele só arrumou a vida de 5 ou 6 dentre os que estão fora estão aliados que fizeram a diferença na eleição, como Lourival Mendes-PTC, Itamar Santana Presidente do PPS, Marcelo Marata e O Léo do Creu. Alem de Deixar tantos aliados fora da gestão encheu a prefeitura com os seus familiares e parentes comentasse que são mais de 40 pessoas em cargos de 1º e 2º escalão na prefeitura de lagarto quem disse que ele não veio pra mudar.
OLHA A MUDANÇA AI GENTEEEE
OLHA A MUDANÇA AI GENTEEEE
segunda-feira, 22 de outubro de 2007
Seis deputados sergipanos votaram a favor do fim da obrigatoriedade do imposto sindical
As centrais sindicais e de sindicatos de todo o país prometem lançar esta semana uma verdadeira ofensiva para evitar o fim da obrigatoriedade do chamado imposto sindical, aprovado na Câmara dos Deputados na última quarta-feira, 17. Dos oito deputados federais sergipanos, seis votaram a favor da obrigação da contribuição (veja quadro abaixo).
A mudança foi introduzida por meio de emenda ao projeto de lei que prevê o reconhecimento legal das centrais e o repasse a elas de parte do dinheiro arrecadado pelo governo com a contribuição compulsória.
Atualmente, todo empregado com carteira assinada tem um dia de trabalho descontado de sua folha de pagamento por ano. Esse valor, que correspondeu em 2006 a R$ 1,07 bilhão, é distribuído entre os sindicatos, que recebem 60%; o Ministério do Trabalho, que fica com 20%, as federações estaduais (15%); e as confederações nacionais (5%).
Caso a emenda seja aprovada também no Senado, os sindicatos estimam perder cerca de R$ 754 milhões anualmente em suas receitas, por isso, esta semana, os representantes das entidades de classe estão fazendo um verdadeira cruzada para derrubar a proposta de Augusto Carvalho (
A proposta aprovada na Câmara e encaminhada ao Senado estabelece uma série de exigências para que as centrais possam receber o recurso: filiação de, no mínimo, 100 sindicatos distribuídos nas cinco regiões do país; filiação em pelo menos três regiões do Brasil, com, no mínimo, 20 sindicatos em cada uma; filiação de sindicatos em, no mínimo, cinco setores de atividade econômica; e filiação de trabalhadores aos sindicatos integrantes de sua estrutura organizativa de, no mínimo, sete por cento do total de empregados sindicalizados em âmbito nacional (durante os dois primeiros anos de vigência da lei, o índice de sindicalização será de 5%).
CONFIRA COMO VOTARAM OS DEPUTADOS SERGIPANOS:
Deputados (Partido) Voto
Albano Franco (PSDB) Sim
Eduardo Amorim (PSC) Sim
Iran Barbosa (PT) Sim
Jackson Barreto (PMDB) Não
Jerônimo Reis (DEM) Sim
José Carlos Machado (DEM) Sim
Mendonça Prado (DEM) Sim
Valadares Filho (PSB) Não
A mudança foi introduzida por meio de emenda ao projeto de lei que prevê o reconhecimento legal das centrais e o repasse a elas de parte do dinheiro arrecadado pelo governo com a contribuição compulsória.
Atualmente, todo empregado com carteira assinada tem um dia de trabalho descontado de sua folha de pagamento por ano. Esse valor, que correspondeu em 2006 a R$ 1,07 bilhão, é distribuído entre os sindicatos, que recebem 60%; o Ministério do Trabalho, que fica com 20%, as federações estaduais (15%); e as confederações nacionais (5%).
Caso a emenda seja aprovada também no Senado, os sindicatos estimam perder cerca de R$ 754 milhões anualmente em suas receitas, por isso, esta semana, os representantes das entidades de classe estão fazendo um verdadeira cruzada para derrubar a proposta de Augusto Carvalho (
A proposta aprovada na Câmara e encaminhada ao Senado estabelece uma série de exigências para que as centrais possam receber o recurso: filiação de, no mínimo, 100 sindicatos distribuídos nas cinco regiões do país; filiação em pelo menos três regiões do Brasil, com, no mínimo, 20 sindicatos em cada uma; filiação de sindicatos em, no mínimo, cinco setores de atividade econômica; e filiação de trabalhadores aos sindicatos integrantes de sua estrutura organizativa de, no mínimo, sete por cento do total de empregados sindicalizados em âmbito nacional (durante os dois primeiros anos de vigência da lei, o índice de sindicalização será de 5%).
CONFIRA COMO VOTARAM OS DEPUTADOS SERGIPANOS:
Deputados (Partido) Voto
Albano Franco (PSDB) Sim
Eduardo Amorim (PSC) Sim
Iran Barbosa (PT) Sim
Jackson Barreto (PMDB) Não
Jerônimo Reis (DEM) Sim
José Carlos Machado (DEM) Sim
Mendonça Prado (DEM) Sim
Valadares Filho (PSB) Não
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